O modelo de parceria funciona como uma sociedade (ou coparticipação) entre o proprietário do terreno e a equipe técnica (formada pela B2V Arquitetura em conjunto com a IGNEM Consultoria Ambiental, liderada por Olinda Fukuda).
Com estrutura de coparticipação de capital imobiliário e intelectual, o que significa uma divisão de contribuições e riscos para viabilizar e desenvolver empreendimentos imobiliários, especialmente em áreas com restrições ambientais.
Contribuições de cada parte:
Proprietário do imóvel/terreno:
Contribui com o capital imobiliário, ou seja, o próprio imóvel (terreno, gleba ou área), que serve como base física do empreendimento.
Assume os gastos iniciais ou relacionados ao imóvel, como manutenção, impostos, custos operacionais básicos ou eventuais despesas preliminares ligadas à propriedade.
Equipe técnica (B2V + IGNEM):
Fornece todo o pacote técnico e intelectual necessário para transformar o imóvel em um empreendimento viável, aprovado e rentável.
Isso inclui:
Desenvolvimento arquitetônico completo (projetos de arquitetura).
Estudos e licenças ambientais (com expertise da IGNEM, que já realizou mais de 250 licenciamentos em áreas protegidas).
Levantamentos planialtimétricos (topografia e mapeamento do terreno).
Serviços de engenharia (terraplenagens, contenções, sistemas de águas pluviais/drenagem, entre outros).
Responsabiliza-se integralmente pelas aprovações perante os órgãos competentes (como prefeituras, CETESB, secretarias estaduais de meio ambiente, etc.), lidando com todo o processo burocrático e técnico de licenciamento.
Em resumo, o proprietário entra com o ativo principal (o terreno), enquanto a parceria técnica entra com o conhecimento especializado, projetos integrados e gestão do licenciamento ambiental e urbanístico.
O objetivo é dividir os riscos, reduzir custos para o dono do imóvel (que não precisa contratar individualmente todos esses serviços) e maximizar a rentabilidade ao final, resultando em um imóvel "licenciável e rentável".
Essa modalidade é comum em projetos imobiliários complexos no Brasil, especialmente em regiões litorâneas ou com alta exigência ambiental, onde o licenciamento pode ser demorado e caro.
A parceria permite que o proprietário monetize o potencial do terreno sem precisar gerenciar sozinho todo o processo técnico e regulatório.